Há aqueles momentos em que brinco, rio, salto, canto e grito e liberto a criança que há em mim, sem olhar a regras, não querendo saber das proibições nem das opiniões.
Há aquelas vezes em que me apetece fugir para longe, estar só, ter um momento só meu. Se está chuva, refugio-me no parapeito da minha janela e, ao som da música, olho para a chuva fria que cai, para a rua, indiferente ao que nela se passa, na esperança de rever aquele brilho que me pede para voltar a sorrir.
Há momentos em que me deixo invadir pelo sonho. Imagino que o tempo parou e que apenas EU e TU temos consciência da realidade, em que finalmente me poderia perder naquele olhar, como se fosse a primeira vez, para depois me reencontrar... para poder dizer tudo sem consequências. Há vezes em que uma gargalhada sai sem eu saber porquê. Sei que esta felicidade se tornará tristeza e que o «para sempre» não existe, por isso vivo este momento como se fosse o último da minha vida, porque é único.
Há aqueles momentos em que quero crescer, poder ter opinião e esta ser válida. Há outros, contudo, em que desejo voltar a acreditar naquele mundo perfeito dos Super Heróis.
E tudo isto não passa de momentos que já vivi, que já senti.
Há aquelas vezes em que me apetece fugir para longe, estar só, ter um momento só meu. Se está chuva, refugio-me no parapeito da minha janela e, ao som da música, olho para a chuva fria que cai, para a rua, indiferente ao que nela se passa, na esperança de rever aquele brilho que me pede para voltar a sorrir.
Há momentos em que me deixo invadir pelo sonho. Imagino que o tempo parou e que apenas EU e TU temos consciência da realidade, em que finalmente me poderia perder naquele olhar, como se fosse a primeira vez, para depois me reencontrar... para poder dizer tudo sem consequências. Há vezes em que uma gargalhada sai sem eu saber porquê. Sei que esta felicidade se tornará tristeza e que o «para sempre» não existe, por isso vivo este momento como se fosse o último da minha vida, porque é único.
Há aqueles momentos em que quero crescer, poder ter opinião e esta ser válida. Há outros, contudo, em que desejo voltar a acreditar naquele mundo perfeito dos Super Heróis.
E tudo isto não passa de momentos que já vivi, que já senti.
Hoje sou feliz, porque, apesar de me saber imperfeita, sou amada, porque vivo e respiro, porque rio e sorrio, porque me dizem que sou essencial… sou feliz, porque pude conhecer-te, porque pude fazer-te rir, por ter visto esse teu olhar, por ter limpo essas lágrimas, por te ter chamado «AMIGO (A)» .
Ana Seabra
Ana Seabra

2 comentários:
minha "piquena" ...
u teu texto está fixolas
eu percebo-te linda
conta cmg
bjinhos grandes em tu
" j0NiNhas*"
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